Cristãos enfrentam riscos para evangelizarem no Iêmen No país, o simples fato de ser cristão já é arriscado, mas as coisas podem ser ainda mais perigosas para aqueles que decidem cumprir o ide Redação CPAD NewsDe Redação CPAD News21 de fevereiro de 2024Atualizado:21 de fevereiro de 20242 minutos lidos

Cristãos enfrentam riscos para evangelizarem no Iêmen No país, o simples fato de ser cristão já é arriscado, mas as coisas podem ser ainda mais perigosas para aqueles que decidem cumprir o ide Redação CPAD NewsDe Redação CPAD News21 de fevereiro de 2024Atualizado:21 de fevereiro de 20242 minutos lidos


 Issam e Mussa foram presos no ônibus ao levarem um grupo de cristãos para se batizarem. Os policiais pegaram o celular e a identidade deles, os vendaram e levaram para a prisão (Foto representativa / Portas Abertas)

Em 2022, um novo grupos de novos convertidos pediram para descer às águas batismais no Iêmen. Issam* e Mussa* decidiram visitar, discipular e prepará-los para o batismo. No entanto, Saleh* tinha dúvidas sobre a viagem. Por causa da notoriedade de Saleh entre as autoridades iemenitas, Issam e Mussa preferiram ir sozinhos.

Saleh relembra que no último dia de treinamento, eles decidiram ir até uma cidade litorânea próxima para o ato batismal. Em uma mensagem, eles avisaram que estavam no ônibus a caminho. Depois disso, o cristão não teve mais contato com eles. Ele se sentiu culpado e achava que algo ruim havia acontecido.

A polícia subiu no coletivo e prendeu Issam e Mussa. Os policiais pegaram os celulares e o documento de identidade deles, os vendaram e levaram para a prisão. Os dois não puderam mais fazer nenhum contato. A família descobriu que os cristãos haviam sido presos por apostasia e pelas atividades cristãs. As autoridades locais tentaram manter a prisão em segredo, com objetivo de se livrar deles sem chamar à atenção.

Com os celulares confiscados, as autoridades reuniram informações de contatos de muitos outros cristãos. Por causa disso, a família de Saleh implorou que ele deixasse o Iêmen. O nome de dele e de outros seguidores de Cristo foi espalhado pelo país, portanto, era muito provável que fossem pegos nos postos de controle.

Depois de cerca de dois meses, Issam e Mussa fossem soltos da prisão de forma milagrosa.

*Nomes alterados por motivo de segurança.

 

Com informações: Portas Abertas (21.02.24)

 

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