Defensores da liberdade religiosa exigem soltura de cristãos no Egito Eles foram presos por se associarem à uma página do Facebook que apoia indivíduos que se convertem ao Cristianismo Redação CPAD NewsDe Redação CPAD News6 de junho de 2024Atualizado:6 de junho de 20242 minutos lidos

Defensores da liberdade religiosa exigem soltura de cristãos no Egito Eles foram presos por se associarem à uma página do Facebook que apoia indivíduos que se convertem ao Cristianismo Redação CPAD NewsDe Redação CPAD News6 de junho de 2024Atualizado:6 de junho de 20242 minutos lidos


 Abdulbaqi Saeed Abdo (L) e Nour Girgis e Abdulbaqi Saeed Abdo (R). | Foto: ADF Internacional 

 

Nour Girgis e Abdulbaqi Saeed Abdo estão detidos sem julgamento no Egito, desde 2021, por se associarem à uma página do Facebook que apoia indivíduos que se convertem do Islão ao Cristianismo. A liberdade dos dois homens foi exigida pelos defensores da liberdade religiosa ao governo do país. O envolvimento dos cristãos foi associado a atividades terroristas pelas autoridades locais.

Em um comunicado, o grupo de defesa jurídica ADF International informou que Girgis, funcionário de uma empresa farmacêutica, foi intimado a uma esquadra de polícia sob o pretexto de um interrogatório de rotina. Passados 40 dias, ele foi transferido para uma Unidade de Terrorismo, onde foi informalmente acusado de liderar um grupo no Facebook chamado “Al Abareen”, que significa “atravessar” em árabe, e de cometer blasfémia contra o Islão.

Saeed, originário do Iêmen, foi preso em dezembro de 2021 por suas atividades relacionadas ao mesmo grupo do Facebook e evangelismo público. Ele foi submetido a transferências entre vários centros de detenção, sofrendo de graves problemas médicos agravados pelas más condições de confinamento. A situação jurídica deles foi prejudicada por contínuos atrasos e adiamentos dos seus respectivos  julgamentos.

A ADF International afirma ter relatado a situação ao Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenção Arbitrária, argumentando que as autoridades egípcias violaram as normas do direito internacional relativas à liberdade religiosa e aos direitos a um julgamento justo.

 

Com informações: The Christian Post (06.06.24)

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